sexta-feira, 25 de setembro de 2026

Revista Ecologia e Nutrição Florestal - ENFLO publicou noiva edição - Setembro/2026

A Revista Ecologia e Nutrição Florestal - ENFLO teve uma nova edição publicada: 

Link: https://periodicos.ufsm.br/enflo/issue/current

Ecologia e Nutrição Florestal - ENFLO


Pedal da Primavera reúne aventura, natureza e ciclismo no Refúgio Bela Vista

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Os amantes do ciclismo já podem se preparar para uma experiência especial em meio à natureza. Está chegando o Pedal da Primavera no Refúgio Bela Vista, um evento que une esporte, aventura e contato com o meio ambiente.

As inscrições são gratuitas e estarão abertas de 10 a 30 de setembro de 2026, ou enquanto houver vagas disponíveis.

Os participantes poderão escolher entre dois percursos:

  • 9 km – opção para quem busca um percurso mais leve;
  • 25 km – para quem deseja um desafio maior.

Além de aproveitar as paisagens e o ar puro do Refúgio Bela Vista, os 800 primeiros inscritos que concluírem o percurso receberão uma camiseta do evento.

Inscrições

As vagas são limitadas, por isso é importante realizar a inscrição dentro do período estabelecido e garantir a participação.

Confira o folder oficial do evento para consultar as informações completas e realizar sua inscrição.

Informações e contato

Para dúvidas e outras informações:

Janini
📞 +55 45 99950-1240
📧 eventosgfsports@gmail.com

Prepare sua bike, convide os amigos e venha participar do Pedal da Primavera no Refúgio Bela Vista!

Novos riscos globais avançam mais rápido do que a capacidade de resposta multilateral

Alerta vem de levantamento feito pela ONU com mais de 1.300 pessoas tomadoras de decisão de 155 países, em todas as regiões do mundo.

Conflitos e guerras, tecnologias de fronteira, riscos econômicos, mudança climática e outros riscos ambientais e ameaças sociais compõem o novo mapa de vulnerabilidades globais. 

O Relatório sobre Riscos Globais 2026 foi apresentado pelo secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, às vésperas do Semana de Alto Nível da 81ª sessão da Assembleia Geral.

Relatório sobre Riscos Globais 2026
Legenda: Conflitos e guerras passaram ao centro das preocupações globais, enquanto os avanços tecnológicos e os riscos econômicos ganharam importância, aponta o Relatório sobre Riscos Globais 2026.
Foto: © ONU/Mark Garten.

O cenário de riscos globais mudou significativamente nos últimos dois anos. Conflitos e guerras passaram ao centro das preocupações, enquanto os avanços tecnológicos e os riscos econômicos ganharam importância. Ao mesmo tempo, a percepção sobre a capacidade das instituições multilaterais de responder a esses desafios diminuiu em diversas áreas.

Os dados fazem parte de um novo relatório das Nações Unidas, baseado em uma pesquisa com cerca de 1,3 mil representantes de governos, empresas, sociedade civil e sistema ONU, de todas as regiões do mundo.

Os participantes avaliaram 28 riscos globais, agrupados em cinco categorias — política, tecnologia, economia, meio ambiente e sociedade — considerando sua probabilidade, gravidade, velocidade de materialização e o grau de preparação do sistema multilateral para responder a eles.

A comparação com a pesquisa anterior, realizada em 2024, mostra uma mudança no mapa de riscos. Naquele ano, as maiores preocupações estavam relacionadas ao meio ambiente, à desinformação e às pandemias. Em 2026, os riscos geopolíticos ganharam destaque.

O relatório define como vulnerabilidade global a existência de uma grande diferença entre a importância atribuída a um risco e a capacidade percebida das instituições multilaterais de responder a ele.

Novos riscos globais avançam mais rápido do que a capacidade de resposta multilateral, aponta relatório das Nações Unidas.

Legenda: Novos riscos globais avançam mais rápido do que a capacidade de resposta multilateral, aponta relatório das Nações Unidas.
Foto: © ONU.

Riscos políticos são a principal vulnerabilidade

Os riscos políticos registraram a mudança mais expressiva desde 2024. Todos foram considerados mais importantes do que há dois anos, enquanto a percepção sobre a preparação das instituições multilaterais caiu em quase todos os casos.

O risco de guerra em larga escala se destaca especialmente. Ele está entre os riscos mais interconectados, aumentou em importância e apresentou a maior queda na percepção sobre a capacidade de resposta multilateral.

Inteligência artificial e outras tecnologias ampliam vulnerabilidades

A percepção sobre a preparação multilateral para riscos tecnológicos permaneceu baixa, em níveis semelhantes aos observados em 2024.

Por outro lado, aumentou de forma significativa a importância atribuída aos riscos relacionados à inteligência artificial e às tecnologias de fronteira, assim como à concentração de poder impulsionada pela tecnologia.

As preocupações com possíveis rupturas de sistemas de cibersegurança também permanecem. Segundo a pesquisa, a compreensão desses riscos ainda é limitada, enquanto as tecnologias avançam rapidamente.

A combinação entre maior importância percebida e baixa preparação coloca os riscos tecnológicos entre as principais vulnerabilidades globais.

Riscos econômicos ganham espaço

As preocupações com os riscos econômicos também aumentaram. Quatro dos cinco riscos avaliados nessa categoria foram considerados mais importantes do que em 2024.

A possibilidade de uma crise financeira global aparece como destaque, especialmente devido à preocupação com seus efeitos sistêmicos e com a capacidade do sistema multilateral de coordenar uma resposta internacional.

Meio ambiente: menos preocupação relativa, mas lacunas permanecem

Os riscos ambientais foram considerados, em geral, um pouco menos importantes do que em 2024. A percepção sobre a preparação multilateral, porém, continua desigual.

A perda de biodiversidade e a poluição em larga escala deixaram de aparecer entre as áreas de maior vulnerabilidade. A mudança ocorreu principalmente porque esses riscos passaram a ser considerados menos importantes, e não porque a preparação para enfrentá-los tenha melhorado.

A vulnerabilidade continua elevada diante dos riscos relacionados a desastres naturais, devido, em parte, à percepção de baixa capacidade para reduzi-los. A inação diante da mudança do clima continua sendo considerada o risco global de maior importância.

Riscos sociais apresentam menor vulnerabilidade

Seis anos após o início da pandemia de COVID-19, diminuiu a preocupação com novas pandemias e riscos biológicos em comparação com 2024.

Também perderam importância relativa os riscos relacionados a movimentos em massa de pessoas e à proliferação de atores não estatais.

Ao mesmo tempo, as pessoas participantes consideraram o sistema multilateral mais preparado para responder a esses riscos do que há dois anos.

Um mapa de riscos em transformação

A comparação entre as pesquisas de 2024 e 2026 mostra que o cenário global não está apenas mudando, mas que os diferentes riscos estão evoluindo em ritmos distintos.

Os resultados apontam para uma maior preocupação com conflitos, tecnologias de fronteira e instabilidade econômica, ao mesmo tempo em que algumas ameaças ambientais e sociais perderam importância relativa.

Para as Nações Unidas, compreender essas mudanças é fundamental para fortalecer a capacidade de prevenção e resposta internacional. Ao oferecer aos Estados-membros e formuladores de políticas uma visão compartilhada e baseada em evidências sobre os riscos globais e a capacidade de resposta do sistema multilateral, o relatório busca contribuir para que ações sejam tomadas antes que os riscos atuais se transformem em crises.

Para saber mais, acesse o relatório completo e visite a página especial da ONU Brasil para a 81ª sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas. 



Congresso da ONU em Abu Dhabi reúne líderes para reforçar combate ao crime transnacional

O 15º Congresso das Nações Unidas sobre Prevenção ao Crime e Justiça Criminal será aberto neste sábado (26) em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, pela diretora executiva do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), Monica Juma. 

O principal encontro mundial dedicado à prevenção do crime e à justiça criminal busca fortalecer a cooperação internacional para enfrentar novas formas de ameaças. Este ano, o evento terá como foco os impactos da tecnologia sobre a criminalidade global e as respostas das instituições de segurança e justiça diante de ameaças cada vez mais complexas, como crimes cibernéticos e golpes online.

Em entrevista à ONU News, a líder do UNODC alerta que o uso de tecnologias digitais por organizações criminosas “está criando um ecossistema de lucros ilícitos com um alcance muito amplo em todo o mundo.”

Monica Juma, diretora executiva do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime, em reunião do Conselho de Segurança sobre a questão relativa ao Haiti.
Legenda: A diretora executiva do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), Monica Juma, faz um pronunciamento ao Conselho de Segurança sobre a situação no Haiti.
Foto: © ONU/Manuel Elías.

O 15º Congresso das Nações Unidas sobre Prevenção ao Crime e Justiça Criminal, principal encontro mundial dedicado à prevenção do crime e à justiça criminal, será realizado em Abu Dhabi, de 26 de setembro a 1º de outubro. O evento, que acontece a cada cinco anos, discutirá novas formas de ameaças e a atuação de redes criminosas transnacionais.

A diretora executiva do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), Monica Juma, alerta que o uso das novas tecnologias digitais pelo crime “está criando um ecossistema de lucros ilícitos com um alcance muito amplo em todo o mundo”. Em entrevista à ONU News, Juma também ressaltou a importância do Congresso das Nações Unidas para a promoção da justiça criminal.

Crimes cibernéticos, tráfico e golpes online estarão entre os temas do evento global, que buscará fortalecer a cooperação internacional para aprimorar respostas rápidas, inteligentes e coordenadas diante de ameaças que se expandem com o uso da tecnologia. 

Escritório das Nações Unidas em Viena, na Áustria, sede global do UNODC.
Legenda: Escritório das Nações Unidas em Viena, na Áustria, sede global do UNODC.
Foto: © ONU/Mark Garten.

Confira a entrevista da chefe do UNODC à ONU News: 

ONU News: O Congresso da ONU sobre Crime, realizado a cada cinco anos, oferece uma plataforma para que o mundo se reúna para fazer a seguinte pergunta: como o crime mudou?

Monica Juma: O fator determinante hoje é, obviamente, a tecnologia. Há cinco anos, a tecnologia evoluía de maneira muito diferente. Agora, ela está possibilitando uma infinidade de crimes em diversos setores. O que estamos vendo é uma convergência de tipos de crimes que está criando um ecossistema de lucros ilícitos com um alcance muito amplo em todo o mundo. Com a tecnologia, milhões de pessoas podem se tornar alvos em uma fração de segundo. Não há necessidade de intermediários nem de cruzar fronteiras.

ONU News: Como o Congresso sobre Crime pode ajudar a garantir que os sistemas de justiça e de aplicação da lei nos países em desenvolvimento não fiquem para trás em meio a uma crescente exclusão digital global?

Monica Juma: A tecnologia, na verdade, não está deixando ninguém para trás. Países considerados muito avançados em termos de tecnologia são tão vulneráveis quanto os mais fracos. Os criminosos organizados não têm inibições em relação às fronteiras. Os traficantes não dependem mais apenas de pessoas que transportam outras pessoas através das fronteiras em barcos. Agora, eles também estão usando tecnologia e desinformação para criar empregos falsos e, às vezes, acabam se infiltrando em cadeias de suprimentos de negócios legítimos, incluindo serviços bancários.

É exatamente por isso que o Congresso das Nações Unidas sobre Crime é tão importante. Esse é o valor da ONU. Temos a capacidade de reunir todos à mesa, e é isso que veremos em Abu Dhabi. Haverá representantes de todas as partes do mundo.

No UNODC, estamos criando cada vez mais plataformas para a interação entre fronteiras e setores, por exemplo: investigadores, promotores, agentes de segurança pública, autoridades judiciais e até mesmo jornalistas investigativos. 

O objetivo é criar uma convergência de competências que possa ser rapidamente utilizada para transmitir informações, provas ou suspeitas a alguém que possa agir com base nelas quase imediatamente.

Estamos incentivando os países a cooperarem mais, inclusive nas áreas de compartilhamento de inteligência e análise forense, entre outras, mas a capacidade de concretizar essa cooperação ainda não foi totalmente viabilizada, até o momento, por parte dos Estados-membros. Para isso, são necessárias políticas, trocas de experiências e mecanismos adequados.

ONU News: Por que a Convenção das Nações Unidas contra o Crime Cibernético é tão importante?

Monica Juma: A Convenção das Nações Unidas contra o Crime Cibernético foi adotada por unanimidade pela Assembleia Geral em 2024, e já contamos com mais de 80 signatários. A Convenção oferece um conjunto completo de ferramentas que facilita a cooperação entre os países e estabelece padrões semelhantes que permitirão respostas mais rápidas e ágeis a ameaças comuns.

Estamos convocando e incentivando os países a ratificá-la para que ela possa entrar em vigor, pois, até que isso aconteça, sua plena utilização será limitada.

A ratificação é um processo legislativo interno, mas muitos países com os quais conversei pessoalmente indicaram que esse processo está em andamento. Esperamos que ela possa entrar em vigor em breve.

Na cerimônia de assinatura em Hanói, em 25 de outubro de 2025, o secretário-geral da ONU, António Guterres, descreveu a Convenção das Nações Unidas contra o Crime Cibernético como um instrumento poderoso e juridicamente vinculante para fortalecer as defesas coletivas contra o crime cibernético.
Legenda: Na cerimônia de assinatura em Hanói, em 25 de outubro de 2025, o secretário-geral da ONU, António Guterres, descreveu a Convenção das Nações Unidas contra o Crime Cibernético como um instrumento poderoso e juridicamente vinculante para fortalecer as defesas coletivas contra o crime cibernético. 
Foto: © UNODC.

ONU News: Centenas de milhares de vítimas de tráfico são forçadas a cometer crimes cibernéticos em centros de golpes em grande escala e em constante expansão. Como o Congresso sobre Crime pode lidar com essa situação?

Monica Juma: Em primeiro lugar, esses centros de golpes representam realmente uma crise global. Nosso último relatório sobre centros de golpes no Sudeste Asiático indicou que as vítimas eram de mais de 80 nacionalidades de todo o mundo. Trata-se de uma situação global que está se expandindo exponencialmente. Esses centros de golpes são uma verdadeira pandemia, se pensarmos bem.

Muitas vezes, eles se apresentam como oportunidades genuínas para jovens curiosos — que querem trabalhar e conhecer o mundo. É muito importante que eles sejam vistos como vítimas, e não como culpados, e que identifiquemos os verdadeiros autores do crime. São as pessoas que os estão enganando, recrutando e induzindo ao erro.

Também é importante proteger os direitos das vítimas e apoiá-las por meio de reabilitação e tratamento. Algumas delas passaram por experiências muito traumáticas, incluindo tortura e abuso, e essas experiências permanecerão com elas por muito tempo. De nossa parte, o UNODC vem apoiando o fortalecimento das capacidades dos sistemas de justiça criminal para lidar de forma eficaz com vítimas e grupos vulneráveis.

ONU News: O que pode ser feito para garantir que o Congresso sobre Crime apresente soluções reais em um momento de crescente polarização geopolítica e tensões globais?

Monica Juma: É verdade que o mundo está em uma situação muito preocupante, mas também é verdade que a ameaça do crime é algo que as pessoas sentem todos os dias em todo o mundo.

É impossível alcançar qualquer nível de produtividade ou sustentabilidade se houver insegurança no âmbito pessoal, local ou comunitário – e é exatamente isso que as drogas e o crime estão causando. Isso afeta as pessoas em todos os níveis, e essa realidade facilita a cooperação e a busca por soluções.

Assim, temos uma situação em que há uma convergência, tanto no nível da ameaça quanto no desejo de buscar soluções. Ao chegarmos a Abu Dhabi, não há debate sobre se isso é importante ou não.

Esperamos poder fortalecer as soluções apresentadas em Kyoto (sede do Congresso das Nações Unidas sobre o Crime de 2021) para agora analisar as ameaças atuais que estão sendo aceleradas por novas variáveis intervenientes, como a tecnologia.

Contamos com o papel da tecnologia para nos ajudar a responder de maneira ágil e mais eficaz, para que possamos restaurar ambientes mais seguros, proteger as comunidades e, assim, alcançar maior prosperidade para o mundo.

Para saber mais, siga @unodcprt nas redes e visite a página do 15º Congresso das Nações Unidas sobre Prevenção ao Crime e Justiça Criminal.



Quanto cada fundo da Suno pagou em Setembro/2026?

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UEMS/Mundo Novo: Mestrado em Biodiversidade e Sustentabilidade Ambiental abre inscrições para 14 vagas de aluno regular

A Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), por meio da Unidade Universitária de Mundo Novo, torna pública a abertura do Processo Seletivo do Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade e Sustentabilidade Ambiental (PGBSA), em nível de Mestrado (Aluno Regular), com ingresso previsto para o 1º semestre de 2027. As inscrições estão abertas e podem ser realizadas até 21 de outubro de 2026.

Sobre o Programa e Linhas de Pesquisa

O PGBSA tem como objetivo capacitar recursos humanos qualificados com visão interdisciplinar para o desenvolvimento de soluções voltadas à conservação da biodiversidade, ao manejo sustentável de ecossistemas e à avaliação da qualidade ambiental. Para estruturar suas atividades acadêmicas e de pesquisa, o curso organiza-se em duas linhas principais: Biodiversidade Aplicada ao Meio Ambiente e Indicadores de Sustentabilidade para Agroecossistemas.

Distribuição de Vagas e Ações Afirmativas

O certame oferece até 14 vagas destinadas a candidatos/as a aluno/a regular, além de duas sobrevagas vinculadas à Política de Ações Afirmativas da instituição. A distribuição contempla 9 vagas para Ampla Concorrência, 3 vagas para candidatos/as negros (pretos/as e pardos/as), 1 vaga para candidatos/as indígenas e 1 vaga voltada para Pessoas com Deficiência (PCD). Adicionalmente, são ofertadas 2 sobrevagas, sendo 1 reservada a Quilombolas e 1 a Travestis/Transexuais.

Inscrições, Taxa e Isenção

Para efetuar a inscrição online, o/a candidato/a deve acessar o Portal da Pós-Graduação da UEMS por meio do endereço eletrônico https://posgraduacao.uems.br/uems-sigpos/portal. O valor da taxa de inscrição é de R$ 100,00, devendo o pagamento ser efetuado até o dia 21 de outubro de 2026. Os candidatos que atendem aos requisitos legais para a isenção da taxa podem solicitar o benefício até 02 de outubro de 2026. Além do cadastro no sistema, é obrigatório o envio da documentação exigida em arquivo único formato PDF para o e-mail oficial do programa: pgbsa@uems.br.

Etapas da Seleção

O processo seletivo é regulamentado pelo Edital nº 16/2026 PGBSA/UEMS, sendo constituído por duas etapas essenciais de avaliação: a primeira etapa consiste na Entrevista, de caráter eliminatório, realizada de forma virtual em plataforma remota para avaliar a formação prévia, expectativas, disponibilidade e o projeto de pesquisa do candidato; a segunda etapa envolve a Avaliação do Currículo Lattes, de caráter classificatório, na qual é realizada a análise pontuada do histórico acadêmico, científico e profissional dos inscritos.

Cronograma do Processo Seletivo

Para facilitar o acompanhamento, as principais datas que integram o cronograma da seleção estão resumidas a seguir:

  • Período de inscrições: 21/09 a 21/10/2026 (no último dia, a inscrição e geração de boleto encerram-se às 10h);
  • Solicitação de isenção da taxa de inscrição: 21/09 a 02/10/2026;
  • Resultado dos pedidos de isenção: 05/10/2026;
  • Divulgação das inscrições deferidas e indeferidas: 23/10/2026 (a partir das 16h);
  • Realização das Entrevistas: 05 e 06/11/2026;
  • Divulgação da Avaliação do Currículo Lattes: 11/11/2026;
  • Banca de Verificação Fenotípica (candidatos negros): 23/11/2026;
  • Resultado Preliminar do Processo Seletivo: 30/11/2026;
  • Homologação do Resultado Final: 03/12/2026;
  • Período de Matrícula: Fevereiro de 2027;
  • Início das Aulas: Março de 2027.

Acesso ao Edital Completo

A leitura integral do Edital nº 16/2026 PGBSA/UEMS é fundamental para que o/a candidato/a tome conhecimento de todas as exigências, formulários de inscrição, regras de recursos e documentos necessários. O edital na íntegra e todas as publicações oficiais do processo seletivo estão disponíveis na página do Programa https://www.uems.br/ppg/pgbsa/INGRESSO/Processo-Seletivo-2027.

Informações e Dúvidas

As dúvidas referentes ao Processo Seletivo devem ser encaminhadas exclusivamente para o e-mail oficial do programa: pgbsa@uems.br.

 Fonte: UEMS

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quarta-feira, 23 de setembro de 2026

15ª Feira Estadual de Troca de Sementes e Mudas Locais, Tradicionais e Crioulas - São Paulo

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É guardada, cultivada, compartilhada. Passa de mão em mão, de território em território, carregando histórias e conhecimentos.

Vem aí a XV Feira Estadual de Troca de Sementes: três dias dedicados à diversidade de sementes, aos saberes que as acompanham e às pessoas que mantêm tudo isso vivo.

A feira acontecerá no dia 17 de outubro no IAC, em Capão Bonito.

📍 IAC – Capão Bonito/SP
📅 16 de outubro - Recepção do grupos às 18:30h
📅 17 de outubro - Feira de Troca de Sementes
‼️ Inscrições no formulário:
https://forms.gle/xTA5S59PS6GTDDpA7

quarta-feira, 16 de setembro de 2026

Requião Filho estará em Foz do Iguaçu no dia 17 de setembro


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Vamos juntos!

A campanha está nas ruas, e é hora de estar perto, ouvir e construir juntos um novo projeto para o Paraná.

Já deixa marcado na agenda: 

17/09, às 19h12!

Local: Sinefi
Avenida Tancredo Neves, 5605
Conjunto B - Jardim Itaipu


quinta-feira, 3 de setembro de 2026

Teresa Cristina (Progressistas-MS) votou contra o fim da Escala 6 por 1

Teresa Cristina (Progressistas-MS) votou contra o fim da Escala 6 por 1 - ela não quer que o trabalhador brasileiro tenha um dia de descanso a mais na semana.

Hamilton Mourão (Republicanos-RS) votou contra o fim da Escala 6 por 1

Hamilton Mourão (Republicanos-RS) votou contra o fim da Escala 6 por 1 - ele não quer que o trabalhador brasileiro tenha um dia de descanso a mais na semana.

Senadores contra a Escala 6 por 1

A votação ocorreu de forma simbólica, sem registro nominal dos votos. Dos 27 senadores presentes, quatro se manifestaram contra a proposta: Hamilton Mourão (Republicanos-RS), Rogério Marinho (PL-RN), Tereza Cristina (PP-MS) e Jaime Bagattoli (PL-RO).

A proposta segue agora para análise do Plenário do Senado, onde precisará obter pelo menos 49 votos favoráveis em cada um dos dois turnos de votação. Caso os senadores mantenham integralmente o texto aprovado pela Câmara dos Deputados, a PEC poderá ser promulgada diretamente pelo Congresso Nacional, sem a necessidade de retornar à Câmara.


Hamilton Mourão (Republicanos-RS) foi vice de Bolsonaro.

Frase de Padre Antônio Vieira

"Assim como o gosto faz os dias breves, assim o trabalho os faz longos."
            (Padre Antônio Vieira)