sexta-feira, 17 de abril de 2026
Dia de campo do Coletivo Triunfo- SPDH: Sistema de Plantio Direto para Hortaliças
Dia de campo do Coletivo Triunfo na propriedade da família da Sônia Muniz Rodrigues, na comunidade de Barra dos Andrades, em Rebouças.
📅 30 de abril
⏰ 8h30 às 16h
Encontro voltado ao Sistema de Plantio Direto de Hortaliças + grãos (SPDH+), com foco no cuidado com o solo, uso de coberturas e práticas que vêm garantindo bons resultados nas áreas. Também será espaço para tratar dos encaminhamentos do Coletivo Triunfo para 2026.
🌼 Trazer sementes e mudas para a mandala
🥄 Trazer prato, talheres e copo
🍞 Se possível, contribuir com algo para o café da partilha
Programação
8h30 – Café da partilha
9h00 – Visita e troca sobre o SPDH+
12h00 – Almoço
13h30 – Reflexão encontro grupo de mulheres do Coletivo
13h50 – Experiências da agricultura familiar em Rebouças
14h30 – Debate sobre a ecologia dos projetos
15h30 – Agendas e encaminhamentos
16h00 – Encerramento
🌿 Atividade do Coletivo Triunfo, fortalecendo o trabalho das famílias agricultoras.
quinta-feira, 13 de outubro de 2022
Feira de Sementes e Mudas do Litoral será realizada em Morretes
Os municípios do litoral do Paraná fazem parte da maior faixa contínua de Mata Atlântica, um dos biomas mais ricos em biodiversidade do mundo. Porém, mais de 90% da sua extensão original está destruída. Numa atualidade onde as crises hídricas e de produção de alimentos estão cada vez mais constantes, é fundamental apoiar uma Agricultura que contribua na conservação e aumento da Agrobiodiversidade.
Vamos celebrar nossa diversidade cultural e de saberes, num território abundante de vida e de paisagens lindas.
A feira acontece nos dias 12 e 13 de novembro, na Praça Rocha Pombo, centro de Morretes/PR. Além das bancas com produtos da agricultura familiar, dos povos originários e quilombolas, teremos mais de 15 oficinas e rodas de conversa. Acompanhe para saber das novidades e como se inscrever!
Se acheguem com as sementes crioulas, mudas, histórias e saberes para multiplicar e partilhar nesse encontro.
domingo, 7 de agosto de 2022
segunda-feira, 27 de junho de 2022
16ª Feira de Sementes Nativas e Crioulas ocorrerá em Juti-MS
A 16ª Feira de Sementes Nativas e Crioulas ocorrerá em Juti-MS nos dias 15, 16 e 17 de julho de 2022.
(Clique nas imagens abaixo para mais detalhes):
15 de julho de 2022
Das 08:00:00 às 16:00:00
Inscrições e entrega de materiais
---
Das 13:30:00 às 17:00:00
Reunião da CPOrg- MS
Das 19:00:00 às 20:30:00
Solenidade de Abertura e Apresentações Culturais
Das 20:30:00 às 22:30:00
Confraternização e Troca e Exposição de Sementes
Das 22:00:00 à 01:00:00
Show - André Santini; Maria Cecília e Rodolfo
16 de julho de 2022
Das 07:00:00 às 08:30:00: Café com prosa
Das 08:30:00 às 10:00:00
Palestra Magna: “Serviços Ecossistêmicos e Ambientais: Afinal o que é
isso?”
(José Felipe Ribeiro – Embrapa Cerrados)
Das 10:00:00 às 11:30:00: Mesa Redonda
“Sementes e Raças Crioulas: Multiplicação, Armazenamento e
Comercialização” (André Jantara – Coletivo Triunfo Paraná – ASPTA, Guardião de Sementes
Crioulas - Coletivo Triunfo Paraná – ASPTA, Arildo Cebalio - Aldeia Lagoinha –
TI Cachoeirinha – Miranda MS, Juan Carlos Suárez Rocha – Bolivia)
Das 11:30:00 às12:00:00: Palestra
“Ferramenta de Comercialização Leilão para Você”
Das 12:00:00 às 13:30:00: Almoço
Das 13:30:00 às 14:30:00: Apresentação de trabalho na forma de banner
Das 14:30:00 às 17:30:00 - Oficinas e Minicursos abaixo:
- Aproveitamento integral dos alimentos (Mariana Marques Correa & Kellyn
Cristina Pereira Guedes - Agraer Campo Grande)
- Assegure abundância de alimentos, renda contínua e aumento da
biodiversidade com sistemas agroflorestais (Milton Parron Padovan - Embrapa
Agropecuária Oeste)
- Caminhos e estratégias para acessar o crédito agrícola (Olacio Komori
– APOMS)
- Conteúdos e metodologias para a educação ambiental e educação em
agroecologia (Alejandro Lasso - CCHS/UFMS)
- Criação e produção de abelhas nativas sem ferrão (Jovelina Maria de
Oliveira – AGRAER)
- Cultivo da erva-mate: diferentes possibilidades (Eny Duboc - Embrapa
Agropecuária Oeste)
- Empreendedorismo rural: Prospecção sustentável (Viviane Mallmann e
Lucas Wagner Ribeiro Aragão - Agrorecanto MyA Terra)
- Impacto dos Agrotóxicos no Ambiente e na Vida da População Sul
Matogrossense (Fernanda Savick – FIOCRUZ)
- Insumos e Caldas Alternativas para Produção Orgânica (Alfeu Ohlweiler
- AGRAER Bandeirantes)
- Manejo de pragas em hortaliças (Donato Montaño Vargas – SEDACRUZ)
- Práticas Culturais para controle de Pragas em Sistemas Agroecologicos
(Alberto Feiden - Embrapa Pantanal/ PPGDRS – UNIOESTE)
- Processamento e utilização da Mandioca na Alimentação Humana (Inês
Monteiro Ortega - AGRAER – Itaporã)
- Produção de doces, geléias e licores (Associação Sabores do Cerrado -
Assentamento Lagoa Grande – MS)
- Quintais Produtivos (Coletivo Triunfo Paraná – ASPTA)
Das 18:00:00 às 20:00:00 - Jantar
Das 20:00:00 às 22:00:00 - Trocas de Experiências e Sementes
Das 22:00:00 às 01:00:00 - Show - João Lucas e Walter Filho
17 de julho de 2022
Das 07:00:00 às 08:00:00 - Café com prosa
Das 08:00:00 às 09:00:00 - Palestra
“Meio Ambiente e Políticas Públicas - Geraldo Augusto – UFMS”
Das 09:00:00 às 12:00:00 - Oficinas e Minicursos:
- Amostragem de Solo para Agricultura Familiar (Marcelo Barcelo Gomes -
IFMS Câmpus Naviraí)
- Biojóias (Associação Sabores do Cerrado Assentamento Lagoa Grande – MS
Caldas e Biofiertilizantes)
- Compras públicas da Agricultura familiar e agroindustrialização
(Denise de Miranda - Agraer Campo Grande)
- Cultivo de Orquídeas (Orquidário Rainha – Mundo Novo)
- Elaboração participativa de editais para Alimentação Escolar em
Ladario MS (Laura Helena Ferreira de Oliveira, Nutricionista, Gestora de
Atividades Educacionais da prefeitura de Ladario)
- Hidroponia de Baixo Custo: Alternativa na Produção de Hortaliça
(Daniel Zimmermann Mesquita - IFMS Câmpus Naviraí)
- Plantas medicinais e aromáticas, biodiversidade e criação de produtos
para gerar valor na renda (Ana Leticia Sartori Xavier - Raiz Nativa)
- Produção de doces, compotas e antepasto (Mariana Marques Correa &
Kellyn Cristina Pereira Guedes - Agraer Campo Grande)
- Sementes do amor: como a mandala pode ser um recurso terapêutico de
integração em tempos de pandemia (Zuleica Parobé – Psicóloga)
- Semi Conservas a base de Pescado (Ana Maria da Silva - PPGDRS –
UNIOESTE)
- Visita ao Banco de Sementes Crioulas de Juti (Instituto Cerrado
Guarani)
Das 12:00:00 às 13:30:00 - Almoço
Das 13:00:00 às 15:00:00 - Trocas de sementes
16:00:00 - Encerramento
Para mais informações, inscrições e submissões de trabalhos, clique em https://sementescrioulas.com.br/
Outros eventos similares:
Feira de Sementes Crioulas ocorrerá em Julho no município de Mangueirinha
18ª Feira Regional de Sementes Crioulas ocorrerá em agosto em Fernandes Pinheiro - PR
segunda-feira, 21 de junho de 2021
domingo, 11 de abril de 2021
PR: Famílias assentadas investem no cultivo de abacate para geração de renda
por Brasil de Fato
Iniciativa ocorre no assentamento Eli Vive, em Londrina. Estimativa é colher 240 toneladas da fruta por ano
A camponesa Franciana Pontes e seu esposo João Carlos Mendes ainda estavam acampados no norte do Paraná quando conseguiram cinco mudas de abacate. Assim que o tão sonhado pedaço de terra foi conquistado de forma definitiva, as plantas ganharam lugar para fixar raízes. Isso foi em 2013, com a formalização do assentamento Eli Vive, em Londrina, onde cerca de 500 famílias de agricultores também se enraizaram. A comunidade é considerada o maior assentamento em regiões metropolitanas do Brasil.
No ano passado, um dos abacateiros de Franciana começou a produzir frutos. Ela colheu cerca de 300 quilos e conseguiu vender parte em feiras e mercados da cidade. Já os abacates maduros que caíram no chão e não puderam ser comercializados ganham outro destino. Depois de consumir o fruto, o casal utilizou o caroço para produzir novas mudas e expandir o plantio. Por meio da técnica do enxerto, que une partes de duas plantas para dar melhores condições à muda, conseguiram produzir 60 novos pés das variedades avocado e manteiga.
“A expectativa é de ter uma geração de renda boa. A gente quer entregar no PNAE [Programa Nacional de Alimentação Escolar], nos mercados, nas escolas. Vai ser uma renda extra que vai complementar. A perspectiva é trabalhar com o abacate”, explica Franciana, que já produz hortaliças, limão e poncan de forma agroecológica.

Franciana e João fazem parte do grupo de 10 famílias da comunidade que tem ampliado a produção de abacate. Ao todo, cerca de 1.200 pés foram plantados ao longo do último ano. A variedade é grande - margarida, breda (manteiga), fortuna, quintal, geada e avocado -, e garante a melhor polinização e colheita ao longo de todo o ano. A estimativa é de que os pomares já em desenvolvimento cheguem a produzir 240 toneladas da fruta por ano, a maioria de forma agroecológica. Mais produtores demonstram interesse em migrar para esse cultivo.
Ampliar a fruticultura é um objetivo traçado pelas famílias assentadas desde o início da comunidade, e tem ganhando mais importância a cada ano, conforme explica Edelvan Carvalho, integrante da direção do assentamento. “Hoje existe uma demanda de cinco mil quilos de frutas por semana para a merenda escolar. Não conseguimos atender porque ainda não temos essa produção”, relata.
A ação também se soma à campanha nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) "Plantar Árvores, Produzir Alimentos Saudáveis", iniciada em 2019. A meta é plantar 100 milhões de árvores em todos os estados brasileiros em um período de 10 anos, como resposta à política de destruição ambiental praticada pelo governo Bolsonaro. O programa de Reforma Agrária Popular proposto pelo MST compreende o plantio de árvores como aliado da alimentação saudável e de cuidado com os bens comuns da natureza.
Padrão tecnológico avançado e sustentável
A expansão do novo cultivo é acompanhada por técnicos do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR), que vão orientar todo o processo produtivo, desde plantio, podas, colheita e comercialização. Segundo André Miguel, engenheiro agrônomo do IDR, a implantação dos novos pomares já seguirá um padrão tecnológico mais avançado e sustentável, adaptados à produção orgânica.
O tempo de produtividade do abacateiro pode chegar a 30, 40 anos, tempo suficiente para que a árvore fique grande a ponto de tornar a colheita uma “tormenta”, exigindo uso de escada, como resume o agrônomo. A orientação técnica leva em conta também este aspecto. “A gente tem percebido que é possível implantar pomares com uma condução diferenciada, com espaçamento diferente, com manejo de poda, que não reduz a produtividade, mas facilita muito o manejo, as colheitas e os tratos culturais”, explica André Miguel.

De acordo com o técnico do IDR, o abacate também é uma planta que se desenvolve muito bem nos sistemas agroflorestais e se encaixa em projetos mais sustentáveis nas áreas. Aliado a isso, as experiências acompanhadas pelo Instituto mostram que a cultura é capaz de gerar renda e qualidade de vida para as famílias do assentamento e para agricultura familiar como um todo. Segundo o agrônomo, a rentabilidade da fruta dá condições de fazer frente ao avanço da soja, que vem causando esvaziamento do campo.
“A gente enxerga no abacate uma cultura que nos ajuda a promover o desenvolvimento rural nos assentamentos e avançar na qualidade de vida das famílias no local, possibilitando inclusive a permanência dos jovens que desejarem”, completa.
Doce ou salgado, faz bem à saúde
Seja na guacamole, o prato mexicano em que abacate é consumido salgado e com temperos, ou na salada de fruta, como creme ou na versão vitamina. O que se sabe é que o abacate é rico em gorduras responsáveis pela redução dos níveis de colesterol e triglicerídeos no organismo, somando para a prevenção de doenças cardíacas e até o câncer.
“Em alguns países pelo mundo, tem sido considerado um dos frutos mais equilibrados em termos de composição nutricional, e isso tem puxado uma expansão no mercado do abacate no mundo todo, e no país também com possibilidade de exportação”, frisa o agrônomo André Miguel.
Avanços na Reforma Agrária Popular
Além do abacate, a Cooperativa Agroindustrial de Produção e Comercialização Conquista (Copacon), criada pela comunidade há três anos, também planeja ações de incentivo à produção de outras frutas, como poncan, laranja e banana.

Criada em 2017, Copacon garante a comercialização da produção das famílias assentadas para mercados institucionais, como o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), e mercados comuns. Em 2019, foram comercializados 880 mil litros de leite, 200 toneladas de hortifrúti para o Pnae, 75 toneladas de fubá para merenda escolar do município de São Paulo.
As famílias também comercializam diretamente em feiras livres, supermercados e Ceasa de Londrina e no Feirão da Resistência e Reforma Agrária, que acontece na modalidade virtual a cada 15 dias. O grupo Camponesas do Eli Vive II também entrega semanalmente cestas agroecológicas em universidades e órgãos públicos. Atualmente, uma família está certificada e outras 25 estão em processo de certificação orgânica pela Rede Ecovida.
Edição Lia Bianchini - Fonte Jornal Brasil de Fato
domingo, 21 de março de 2021
Bucha de Banho (Luffa cylindrica) - Saiba mais sobre essa planta fantástica
A Bucha de Banho (Luffa cylindrica) é uma planta fantástica de grande utilidade. Pode ser facilmente cultivada e geralmente não demanda uso de agrotóxicos dada a baixa incidência de pragas. Se desenvolve bem em solos fracos e necessita de um local para o seu desenvolvimento como cerca, estaleiro ou árvore, tendo em vista que é uma planta que possui muito cipó.
Sem muitas delongas, vamos direto para as suas utilidades:
- Planta Apícola: em sua florada atrai muitos insetos, muitos dos quais abelhas, incluindo abelhas nativas sem ferrão, que promovem a sua polinização;
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- Higiene e Limpeza: após madura e descascada, essa planta demanda a extração das sementes que saem muito fácil. Para que a esponja fique mais macia, o ideal é colher antes que seque totalmente e que seja lavada para que saia totalmente a seiva. Pode ser usada para banho e para limpeza, como por exemplo para lavar a louça, sendo uma opção ecológica, biodegradável e renovável. Para maior conservação mantenha sempre seca, torcendo sempre após o uso.
- Higiene e Limpeza: é considerada uma planta comestível não convencional (PANC), podendo ser usada quando nova (antes da formação das fibras) como substituta da abobrinha. Cuidado: não confunda com a Buchinha da Norte (Luffa operculata) que é outra espécie e é tóxica - saiba mais aqui.
domingo, 6 de dezembro de 2020
Cartilha Sementes da Agroecologia. Sementes da Vida
Cartilha Sementes da Agroecologia. Sementes da Vida




