quarta-feira, 11 de março de 2026

Lula convoca país a enfrentar feminicídio em pronunciamento nacional

Lula convoca país a enfrentar feminicídio em pronunciamento nacional

Em rede nacional de rádio e televisão, presidente associa pacto contra o feminicídio a uma agenda mais ampla de proteção às mulheres, igualdade no trabalho e responsabilização de agressores.

Na véspera do Dia Internacional da Mulher, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva levou o debate sobre o feminicídio à cadeia nacional de rádio e televisão. Em um pronunciamento transmitido para todo o país, Lula destacou a gravidade da violência de gênero no Brasil e afirmou que o enfrentamento a esses crimes exige mobilização do Estado e da sociedade.

Logo no início da fala, o presidente citou um dos dados mais alarmantes da realidade brasileira: no país, uma mulher é assassinada a cada seis horas. Para Lula, esse quadro não pode ser naturalizado.

"O Brasil não pode aceitar que tantas mulheres continuem perdendo a vida simplesmente por serem mulheres", afirmou.

"Violência contra a mulher é crime"

No pronunciamento, Lula reforçou que a violência doméstica e o feminicídio não podem ser tratados como problemas privados. Segundo ele, a sociedade precisa romper com a ideia de que esse tipo de agressão pertence apenas ao espaço doméstico.

"Violência contra a mulher não é questão privada onde ninguém mete a colher. É crime. E vamos, sim, meter a colher", declarou.

O presidente relacionou o pronunciamento ao Pacto Nacional pelo Enfrentamento ao Feminicídio, articulado pelo governo federal em conjunto com outros poderes e instituições. Segundo Lula, a iniciativa busca fortalecer a rede de proteção às mulheres e melhorar a capacidade do Estado de prevenir e punir esse tipo de crime.

Entre as medidas anunciadas estão o fortalecimento das delegacias especializadas, a ampliação das Casas da Mulher Brasileira e a implementação de mecanismos de monitoramento eletrônico de agressores em casos de violência doméstica.

Proteção, igualdade e presença do Estado

O presidente também conectou o combate à violência de gênero a outras agendas estruturais. No discurso, citou políticas voltadas à igualdade salarial entre homens e mulheres e à ampliação da proteção social.

Segundo Lula, o enfrentamento ao feminicídio não depende apenas de medidas de segurança, mas também de políticas públicas que garantam autonomia econômica, acesso a serviços e proteção institucional às mulheres.

Ao transformar o pronunciamento do 8 de Março em um chamado à mobilização nacional, o presidente buscou reforçar a ideia de que a luta contra a violência de gênero exige compromisso permanente do Estado e da sociedade.

Fonte: Fundação Perseu Abramo


Irã lança mísseis contra Israel e bases dos EUA no 12º dia de guerra


O conflito envolvendo Irã, Israel e Estados Unidos entrou em seu 12º dia com uma nova onda de ataques que ampliou ainda mais a tensão no Oriente Médio. A escalada militar ocorre em diferentes frentes e aumenta o temor de que a guerra se transforme em um confronto regional mais amplo.

Nas primeiras horas do dia, Israel realizou um bombardeio contra um edifício residencial em Beirute, capital do Líbano. O ataque faz parte da ampliação das operações militares israelenses no território libanês. Até o momento, autoridades locais ainda não divulgaram o número oficial de vítimas.

Em resposta, o Irã lançou mísseis contra alvos em Israel, além de bases militares dos Estados Unidos localizadas no Iraque. Segundo informações preliminares, forças navais norte-americanas também foram alvo de ataques. Paralelamente, confrontos armados foram registrados em território iraquiano, indicando que o conflito já ultrapassa as fronteiras diretas entre os principais adversários.

O aumento da intensidade dos ataques preocupa governos e analistas internacionais. A principal preocupação é que a guerra avance para uma escala regional, envolvendo outros países e grupos armados aliados às diferentes potências da região.

Além da dimensão militar, o conflito também tem potencial para provocar efeitos econômicos globais. O Oriente Médio é uma área estratégica para o mercado internacional de petróleo, e qualquer instabilidade prolongada pode impactar preços de energia e cadeias de abastecimento.

Enquanto os combates continuam, líderes internacionais tentam pressionar por uma redução das hostilidades. Países como França e outros membros do G7 têm defendido esforços diplomáticos para evitar que a crise se transforme em um conflito ainda maior.

Mesmo assim, os sinais no terreno indicam que a situação segue altamente volátil. Israel mantém sua ofensiva aérea no Líbano, o Irã afirma que continuará atacando Israel e forças dos Estados Unidos, e os impactos humanitários e diplomáticos do confronto começam a se expandir para além da região.

Com o cenário em rápida evolução, especialistas alertam que os próximos dias serão decisivos para determinar se haverá uma escalada maior da guerra ou espaço para negociações internacionais.

Hora do Planeta 2026 convida à ação além do simbólico



Levantamento inédito mostra contradições no combate ao desperdício

Pesquisa revela contradições no comportamento do brasileiro em relação ao desperdício de alimentos. Embora a maioria reconheça o problema como grave, práticas cotidianas ainda contribuem para perdas significativas e mais da metade se mostra desengajada do tema. O estudo reforça a necessidade de políticas públicas, educação alimentar e mudanças de hábito para reduzir impactos ambientais e sociais.


Fonte: WWF Brasil


Abrolhos pode se tornar Patrimônio Mundial Natural pela UNESCO

Com apoio técnico do WWF-Brasil, a região dos Abrolhos avança no processo para se tornar Patrimônio Mundial Natural pela UNESCO. O reconhecimento internacional reforça a importância do arquipélago e dos recifes da região para a biodiversidade marinha, para a pesca sustentável e para o equilíbrio climático. A candidatura destaca a riqueza ecológica, os modos de vida tradicionais e o papel estratégico de Abrolhos na proteção dos oceanos brasileiros. Caso aprovado, o título poderá ampliar investimentos em conservação, fortalecer políticas públicas e consolidar o Brasil como referência global na defesa de áreas marinhas protegidas.


Fonte: WWF Brasil


Inscrições Hackatour Cataratas 2026

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terça-feira, 10 de março de 2026

Nota de Esclarecimento - Prefeitura de Rebouças sobre investigação da Polícia Civil na Câmara Municipal




Reunião Pública sobre o Novo Código Florestal do Paraná


Precisamos de um código florestal à altura dos desafios do nosso tempo, com respostas efetivas à emergência climática que estamos vivendo.

Está em discussão na @assembleiaparana um projeto de lei bastante preocupante sobre a proposta do "Novo Código Florestal" do Paraná, que vai definir os rumos da política ambiental de proteção, gestão e uso sustentável da vegetação no nosso estado.

Reunião Pública sobre o Novo Código Florestal do Paraná
📆 26 de março
🕐 A partir das 9h
📍 Auditório Legislativo da Assembleia Legislativa do Paraná


2ª ETAPA DA COPA NINJA 2026 - Inscrições

Após compra de terras, Itaipu planeja melhorias em área indígena de Missal

Representantes da empresa reuniram-se com a Prefeitura e a comunidade para alinhar os próximos passos no atendimento a 36 famílias Avá-guarani

Em 206 hectares no município de Missal, na região Oeste do Paraná, 36 famílias Avá-guarani estão finalmente vivendo em uma terra que podem chamar de sua. A área foi adquirida pela Itaipu Binacional como parte das ações de reparação a populações indígenas afetadas pela construção da hidrelétrica. A transferência das famílias, que ocupavam uma área na Faixa de Proteção do Reservatório em Santa Helena (PR), para o local, ocorreu no final do ano passado.

"Este é um momento histórico em que a Itaipu faz justiça em relação à dívida que tem com os povos originários da região Oeste e a atual gestão tem um compromisso de fazer a devida reparação", destacou o diretor jurídico da Binacional, Luiz Fernando Delazari. Segundo o gestor da Itaipu para as iniciativas voltadas aos indígenas, Paulo Porto, os povos originários têm direitos que devem ser respeitados. "O direito à terra é o primeiro. Na sequência, vem o direito à alimentação de qualidade, à moradia, a benfeitorias, ao fortalecimento cultural", completou.

Para alinhar esses próximos passos, representantes da Itaipu reuniram-se com a Prefeitura de Missal. O roteiro também incluiu uma visita à comunidade, batizada Ara Poty Mirim, e à Escola Municipal Epitácio Pessoa (na linha Jacutinga, área rural de Missal), localizada próxima à aldeia e que acolheu as crianças indígenas em suas salas de aula.

O prefeito, Adilto Luis Ferrari, acompanhado da secretária de Assistência Social, Rosani Fappi, informou que já colocou a assistência social do município a serviço da comunidade. "É muito importante esta parceria com a Itaipu para o atendimento às necessidades da comunidade. A gente espera que ela se torne um exemplo para outros municípios", disse.

O líder da Tekoha Ara Poty Mirim, Lino César Cunumi Pereira, está otimista com o futuro dessas famílias indígenas, a partir das articulações que vêm sendo realizadas com a Itaipu, a Prefeitura e a escola. A comunidade já recebeu materiais para a construção de casas doados pela Itaipu e agora está definindo as próximas melhorias na infraestrutura, como rede de água, esgoto e luz. "Daqui pra frente vai melhorar muito", afirmou.

Na escola, as crianças indígenas e não indígenas convivem nas mesmas salas de aula. Para o diretor Volmir Spanholi, a chegada dos novos alunos foi muito tranquila. "A nossa comunidade aqui já tinha uma característica semelhante ao povo indígena, de famílias da pequena agricultura e assentamentos. Então, o povo indígena só veio a somar", avaliou.

O professor de história Paulo Roberto Sbabo também vê como positiva a integração com os indígenas. "Eu vejo que é uma valorização das culturas tradicionais, do modo de vida deles, que têm muito a ensinar. Nos ajuda a compreender a forma como a gente age no mundo, na natureza e em relação ao outro", completou.

Fonte: Itaipu Binacional



Polícia Civil cumpre mandados de busca e apreensão sobre possível fraude em licitação em Rebouças



A Polícia Civil do Paraná (PCPR), por meio da Delegacia de Polícia de Rebouças, apreendeu celulares, computadores e documentos, em virtude do cumprimento de cinco mandados judiciais de busca e apreensão, referentes a investigação que apura eventuais crimes de licitação no âmbito da Câmara de Vereadores de Rebouças.

Os mandados foram cumpridos com apoio das delegacias de Irati, Ipiranga e Imbituva, totalizando um efetivo de quinze policiais, os quais deram efetividade às ordens judiciais no dia de hoje, 10/03/2026, por volta das 06h30min.

As investigações tiveram início em fevereiro deste ano, após uma denúncia realizada pelo atual presidente da Câmara de Vereadores, Jefferson Okamoto.

Na denúncia, há imagens gravadas de uma câmera escondida que mostram uma empresária tentando fraudar o caráter competitivo das licitações, relatando que esta prática ocorria na gestão passada.

Segundo o delegado da PCPR Itamar Casabranca, a investigação está sob sigilo e ainda serão analisados alguns elementos probatórios.

"No dia de hoje foram apreendidos celulares, computadores e documentos dos alvos, os quais serão analisados e eventualmente encaminhados para perícia.

As demais etapas da investigação permanecem sob sigilo.", explica.


sexta-feira, 6 de março de 2026

ONU lança catálogo de fotos das celebrações dos 80 anos das Nações Unidas no Brasil

Catálogo digital bilíngue apresenta fotos de mais de 50 eventos organizados por Prefeituras, organizações da sociedade civil, universidades e movimentos sociais em 16 estados brasileiros. 

Representando a criatividade e a alegria do povo brasileiro, as celebrações dos 80 anos da ONU incluíram saraus, palestras, caminhadas, oficinas de teatro e eventos que reafirmaram os valores da paz, direitos humanos, igualdade e solidariedade. 

O catálogo pode ser acessado na seção de publicações da página da ONU Brasil. 

Foto: © ONU Brasil


2025 marcou o aniversário de 80 anos das Nações Unidas e os 80 anos de parceria do Brasil com a ONU. Para celebrar, a ONU Brasil convocou prefeituras, organizações da sociedade civil e instituições de ensino para organizar eventos para marcar essa data tão significativa. 

Isso resultou em mais de 350 propostas de eventos apresentadas, em todas as regiões do país. Mais de 50 eventos foram realizados, nos mais variados formatos, de oficinas e saraus de teatro, concertos, feiras, plantio de árvores, caminhadas, palestras, simulações da ONU e muito mais. 

Os eventos demonstram que, embora os desafios globais sejam imensos, a esperança de um mundo melhor, mais justo e mais sustentável, segue iluminando as pessoas e impulsionando parcerias, redes e ações em todo o Brasil.

Além do suporte institucional, a ONU Brasil disponibilizou um Kit Digital com a identidade visual da campanha e brindes, como ecobags e camisetas, para que as entidades parceiras imprimissem localmente. 

Para Sílvia Rangel, organizadora do evento Fórum de Responsabilidade Social e ESG e Presidente da AAMAE, "o movimento de engajar pessoas em torno dos 80 anos da ONU, fortalecendo a luta pelo alcance dos ODS é o caminho para a garantia do direito à existência, é a luta em unidade pela vida no futuro."

"Apesar de sermos uma instituição presente em todo o mundo, é no nível local que está o verdadeiro impacto da ONU. É nos municípios que vemos como nosso trabalho ajuda a melhorar a vida das pessoas em áreas como educação, inclusão, saúde, promoção da igualdade, emprego e renda."afirma a coordenadora residente da ONU no Brasil, Silvia Rucks. 

Acesse o catálogo aqui

Para mais informações, visite a página especial da ONU Brasil sobre os 80 anos das Nações Unidas